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Ana Frango Elétrico lança “Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua”

Redação 89

Ana Frango Elétrico lança “Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua” Foto: Hick Duarte

Ana Frango Elétrico apresenta seu terceiro álbum de estúdio, Me Chama de Gato Que Eu Sou Sua, em parceria com os selos RISCO (Brasil), Mr Bongo (Inglaterra) e Think! Records (Japão).

Após um hiato de quatro anos desde seu último álbum – o aclamado Little Electric Chicken Heart, vencedor do Prêmio APCA como Revelação musical; indicado ao Latin Grammy e Prêmio Multishow; e presente em praticamente todas as listas de melhores do ano de 2019 – Ana Frango Elétrico está de volta às pistas. Neste ínterim, Ana produziu e lançou dois singles durante a pandemia; venceu o WME Awards 2021 como Melhor produtora musical pelo segundo deles, “Mulher, homem, bicho”. Venceu o Latin Grammy 2022, como coprodutora musical do álbum Sim, sim, sim, do grupo Bala Desejo. Sobretudo, ouviu e aprendeu muito. E todo esse aprendizado se encontra materializado no álbum que ora encontra o público nos formatos digital, vinil e CD.

Me Chama De Gato Que Eu Sou Sua evidencia o amadurecimento técnico e estético da jovem cantora, compositora e produtora musical carioca. Aos 25 anos de idade, Ana dirige, canta, compõe, toca e assina a produção musical do álbum. No entanto, ela não está só e sim muito bem acompanhada: chamam a atenção os arranjos de cordas de Dora Morelenbaum (em seu debut como arranjadora) e de metais, por Marlon Sette, que retomam uma marca registrada sua: baladas azedas, lirismo noir e timbres nostálgicos com processamentos futuristas. Ainda, o baixo potente e suingado de Alberto Continentino e a bateria precisa de Sérgio Machado, que abrem com pé na porta o álbum na balada pop “Electric Fish” e que segue atravessando todo o álbum.

“Comecei esse álbum em 2021 com intuito de demonstrar sonoramente entendimentos e sentimentos sobre um amor não-binário, de me expor subjetivamente. O sentimento foi o motor, mas este é um álbum sobre produção musical: baterias setentistas com processamentos oitentistas; diferentes referências de décadas com diferentes processamentos. Testar os limites dos sons orgânicos, voltar atrás/ir além! Vinha me perguntando: o que é a produção musical? Concluí recentemente que é esculpir o ar. Acho que a pesquisa fica aberta para interpretações. (E quem é contemporâneo a mim sabe do bálsamo de influências múltiplas e infinitas que vivemos no tempo do algoritmo) Então, mesmo que não encontrem as minhas próprias referências, irão encontrar as suas. Talvez esse seja o maior objetivo.”, pontua Ana Frango Elétrico.

Confira o álbum na íntegra AQUI ou utilize o player abaixo:



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