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Coronavírus: internet está lenta, mas não deve parar

Redação 89

Coronavírus: internet está lenta, mas não deve parar imagem divulgação

O número gigantesco de pessoas em casa acessando a internet ao mesmo tempo por conta da quarentena do novo coronavírus, pode ser o maior já registrado na história. Acredita-se que os servidores podem estar operando em seus limites. O Speedtest passou a monitorar várias regiões dos EUA, e já observou a queda na velocidade de download na internet fixa nesta terceira semana de março, assim como uma variação na velocidade e latência da internet móvel, segundo publicou o TechMundo.Com.Br.

O bom funcionamento da rede é uma grande preocupação das autoridades em todo o mundo. Aqui no Brasil, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está cobrando medidas mais efetivas das operadoras de internet na crise do coronavírus. Na segunda-feira (16), o órgão pediu o aumento da velocidade da banda larga fixa e a liberação do acesso de redes Wi-Fi em locais públicos. Nota publicada pela Exame diz que o documento afirma que as ações têm o objetivo de facilitar a vida das pessoas que deixaram de sair de casa para evitar a disseminação do Covid-19. “Com um cenário de maior distanciamento físico entre as pessoas, requisições de quarentena e de trabalho remoto, as conexões de acesso às redes se tornarão ainda mais essenciais”, informa um dos trechos do ofício.

Apesar da mudança no consumo, especialistas afirmam categoricamente que não há preocupação com eventual interrupção do serviço, mesmo que alguns sites e aplicativos possam apresentar problemas no serviço, como é o caso da página da Ministério da Saúde.

De acordo com Julio Sirota, do IX.br, ouvido pelo jornal O Globo, a internet é uma rede muito distribuída e resiliente, bastante imune a falhas. “A internet no brasil é muito robusta. Não devemos ter problemas nesse sentido”, disse Sirota, que acrescenta: “Temos muita capacidade instalada, os principais provedores de conteúdo tem bastante conectividade”.

Quem também acredita na robustez da web é Matthew Prince, CEO da Cloudflare, uma empresa de infraestrutura e segurança on-line. “A Internet foi realmente projetada desde seu início para responder literalmente a uma emergência nuclear”, disse ele numa entrevista para a NPR.



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