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Phil Collins e a essência do Dia Mundial do Rock

Redação 89

Phil Collins e a essência do Dia Mundial do Rock imagem divulgação

Em 1985, Phil Collins já havia conquistado tudo como artista solo e como integrante do Genesis, uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Em 13 de julho daquele ano, foi convidado por Bob Geldof para participar de um evento beneficente, o Live Aid. Collins aceitou o convite e resolveu fazer algo que nenhum artista havia feito antes: aparecer em um único dia ao vivo na TV em apresentações em dois continentes diferentes.

O Live Aid foi estruturado em dois concertos paralelos, um em Londres, na Inglaterra, e outro na Filadélfia, nos Estados Unidos, e se tornou “o maior dia da história do rock”, de acordo com declaração do próprio Collins, que também sugeriu a criação de um “Dia Mundial do Rock” a partir da data do evento (AQUI). Ao tocar em ambos os shows, ele provou o impossível e se tornou a principal figura do dia.

O cantor apareceu no Estádio de Wembley, em Londres, no início da tarde para apresentar “Against All Odds” e “In The Air Tonight” sozinho ao piano. Em seguida, foi acompanhado por seu amigo Sting na guitarra e vocais para “Long Long Way To Go”. Depois, a dupla tocou “Every Breath You Take”. Collins deixou Wembley para atravessar o Atlântico com um Concorde e tocou suas músicas solo na Filadélfia da mesma forma que fez em Londres. No evento nos Estados Unidos, se juntou ao amigo Eric Clapton e ainda participou como baterista da reunião do Led Zeppelin.

Essa energia e entrega de uma celebridade do tamanho de Phil Collins nos eventos do Live Aid, para uma causa nobre, mostram a essência desse dia mágico que foi o 13 de julho de 1985 e a razão de ser celebrado como o “Dia Mundial do Rock”.

Veja abaixo a entrevista de Phil Collins para a MTV nos bastidores do Live Aid e vídeos com suas performances no histórico evento:



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