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Maremoto fala sobre paixão platônica no novo single “Brilho Astral”

Redação 89

Maremoto fala sobre paixão platônica no novo single “Brilho Astral” Foto: Matheus Batata Freitas

A banda de pop rock independente Maremoto, formada pelos integrantes Franco Pigino (voz e guitarra), Lucas Faustino (bateria) e Pedro Benetton (baixo), lança nesta sexta-feira (23), a faixa “Brilho Astral”. Contando a história de um amor platônico, o single estará disponível em todas as plataformas digitais e é um lançamento do selo musical Marã Música.

“Brilho Astral” fala sobre uma paixão por alguém que tem total ciência do que ela causa nas outras pessoas, resumindo: um amor platônico e a tendência que atualmente as pessoas têm de se apaixonarem por quem não dá atenção alguma ou que são como um perigo para seus sentimentos. A banda usa várias referências que criam um contexto “bad boy”, como o couro rasgado, o whiskey e as rosas. Tudo isso com o objetivo de transmitir um cenário de sedução e tensão no ar.

“É o nosso terceiro single do ano, e é mais uma vibe nova que estamos experimentando. Tudo isso tem um motivo: estamos dando um teaser ao público do que vem pela frente. Cada single que estamos lançando mostra um pouquinho do que as pessoas vão poder ouvir no nosso primeiro disco, que está em processo de gravação agora no final de 2022 e tem previsão de lançamento para 2023”, conta Pedro.

O novo trabalho conta com tudo o que uma música pop tem que ter: um refrão energético, melodias que a galera pode cantar em coral e riffs marcantes de sintetizador, tudo isso sem abrir mão dos riffs de guitarra e uma pegada que leva a gente a flertar com o stoner rock e com o indie rock. Se for resumir em uma frase, é uma música “para alguém se sentir muito maneiro num festival de música junto com os amigos.”, afirma Franco.

Tendo sido escrita pela banda em julho de 2021 em uma época em que estavam estudando a música pop, a canção foi inspirada em bandas como 5 Seconds of Summer, Arctic Monkeys e até mesmo, alguns artistas de trap. “A letra em si é muito poética, mas dessa vez quisemos dar um toque mais contemporâneo nela, muito inspirado no que o Arctic Monkeys fez em 2006 com seu primeiro disco ou o que artistas do trap, como o Blackbear, fazem”, comenta Lucas.



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