Mark Chapaman, assassino de John Lennon, pede desculpas à Yoko Ono

Redação 89

Mark Chapaman, assassino de John Lennon, pede desculpas à Yoko Ono imagem divulgação

Mark Chapman, o homem que assassinou John Lennon, em 1980, pediu desculpas à viúva do músico, Yoko Ono, pelo seu ato, segundo a transcrição de sua última audiência divulgada pela Fow News. O assassino, de 65 anos, disse perante a Justiça: “Foi um ato egoísta. Lamento muito por todo o sofrimento que lhe causei. Penso nisso a todo o momento”.

Chapaman afirma ainda que matou Lennon “pela glória” e que é merecedor da pena de morte pelo ato “horroroso” e “desprezível” que cometeu. “Sabia que era errado e o fiz pela glória. Uma palavra apenas: glória. É isso mesmo. Ele era famoso, extremamente famoso”, disse, reconhecendo que “não há perdão” para o seu ato.

O assassino de John Lennon se descreve agora como um “cristão devoto” e profundamente religioso. Segundo consta, acorda às 6h30 da manhã todos os dias para trabalhar como porteiro e escrivão no bloco da prisão onde vive. Sabe-se, também, que vive separado dos outros reclusos, para sua própria proteção.

Desde o ano 2000 Chapman vem tentando requisitar sua saída da cadeia e pela 11ª seguida teve seu pedido negado pela Justiça. Ele cumpre pena de prisão perpetua, instituída em 1981, pelo assassinato de Lennon em 8 de dezembro de 1980. Chapman fez cinco disparos contra o ex-Beatle – quatro deles atingiram o músico – que caminhava em frente ao prédio onde morava, em Manhattan. No início daquela mesma noite, Lennon havia autografado um livro para Chapman.



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