Gui Tsubota

A vez delas: cinco escritoras de horror que você precisa conhecer

A vez delas: cinco escritoras de horror que você precisa conhecer

por Oscar Nestarez

Imaginativas, engenhosas, ardilosas, originais e absolutamente aterrorizantes: elas sempre estiveram lá, desde os primórdios. Embora as origens da ficção de horror sejam atribuídas a um autor — o britânico Horace Walpole e seu “O Castelo de Otranto” (1764) –, sem elas, o gênero que era então conhecido como gótico jamais teria conquistado tantos corações e mentes, jamais teria roubado o sono de tantos leitores incautos.Leia mais…


Gui Tsubota

Antes mal acompanhado do que só: os autores que acompanharam HP Lovecraft rumo ao horror desconhecido

Antes mal acompanhado do que só: os autores que acompanharam HP Lovecraft rumo ao horror desconhecido

por Oscar Nestarez

A vida de Howard Phillips Lovecraft foi povoada por mitos. E não nos referimos aos de Cthulhu, ou Cthulhu Mythos — expressão cunhada pelo escritor August Derleth para designar as monstruosidades que espreitam pelas frestas do tempo e do espaço em obras como “Nas Montanhas da Loucura”, “A Sombra Vinda do Tempo”, “O Horror de Dunwich” e tantas outras.Leia mais…


Gui Tsubota

Horror psicológico

“Horror psicológico”: a psicanálise explica o fascínio que o medo exerce sobre nós

por Oscar Nestarez

Se você é fã de livros, filmes ou games que metem medo, certamente conhece expressão “horror (ou terror*) psicológico”. É uma daquelas generalizações que usamos automaticamente, muitas vezes sem pensar direito no significado: “ah, este filme é mais de horror psicológico”; “o novo do Stephen King aposta no horror psicológico”; “a última versão de Silent Hill é totalmente voltada para o horror psicológico”.Leia mais…


Gui Tsubota

Demônio para alguns, anjo para outros

Demônio para alguns, anjo para outros: um passeio pela perigosa imaginação  de Clive Barker, criador de Hellraiser

por Oscar Nestarez

Kristy Cotton está em um quarto de hospital. Nas mãos, tem uma espécie de quebra-cabeça em forma de cubo, que revolve obsessivamente até ativar algum mecanismo oculto. O objeto, então, passa a se mexer por conta própria, até que o ambiente parece responder a esses movimentos: as lâmpadas oscilam e fissuras espalham-se pelas paredes, derramando uma luz doentia sob o rosto assustado de Kristy. As rachaduras abrem-se e por elas surgem três monstruosas criaturas.Leia mais…


Gui Tsubota

A literatura dos mortos-vivos: livros que ajudaram a formar o universo consagrado por George Romero

por Oscar Nestarez.

Alguns dias atrás, a causa zumbílica perdeu aquele que provavelmente foi seu maior entusiasta: o cineasta estadunidense George Romero. Morto aos 77 anos em Ontário, no Canadá, Romero era conhecido como um dos principais responsáveis por alçarem os zumbis à categoria em que atualmente os encontramos: verdadeiros superstars, arrastando seus trapos e corpos putrefatos por livros, seriados, filmes e games como nunca antes.

Em homenagem ao mestre, aproveitamos este espaço para compor um breve panorama literário dos mortos-vivos. Afinal, antes mesmo de Romero e alguns amigos juntarem 100 mil dólares para produzir um marco chamado A Noite dos Mortos-vivos, em 1968, os zumbis já claudicavam por páginas de diversos livros. E, embora a temática não fosse tão difundida como é hoje, algumas obras marcaram época — provavelmente influenciando boa parte da geração à qual pertencia o próprio cineasta.

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Gui Tsubota

Redescobrir

Como um monte de louça suja pode mudar sua perspectiva sobre algo familiar

por Mariana Salles.

Vídeos e músicas por streaming: nunca consigo decidir se isso é bom ou ruim. Num sentido figurado, claro, porque acho ótimo, maravilhoso. Mas já perdi o fim de semana procurando alguma coisa pra ver na Netflix e, apesar de encher a minha lista com títulos que pretendia assistir, acabei não vendo nada. Tem dias que a gente não consegue decidir se quer rir, se quer chorar, se quer dormir ou ser empurrado pra fora de casa. Acaba lendo sinopses, avaliando estrelas, dando preferência para os diretores e atores que mais gosta, disperso em fichas técnicas de produções audiovisuais que parecem não ter fim.Leia mais…


Gui Tsubota

Os hits do sábado de manhã

Em 1995 eu era só mais uma daquelas adolescentes que passeiam entre o geek e o freak. Eu estava lá na escola, tentando sobreviver com meus cabelos vermelhos, minhas calças largas e uma inseparável camiseta do Homer Simpson comprada em Orlando na clássica viagem de 15 anos que a família me enfiou goela abaixo. Nada de Planet Hollwood ou Hard Rock Café. Nunca gostei do mainstream, e ele, obvio, também me olhava de canto.
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Gui Tsubota

Ella Fitzgerald faria 100 anos dia 25 de abril de 2017

A carreira de mais de 50 anos de Ella Fitzgerald se confunde com a própria história da música popular norte americana. As estatísticas são impressionantes. Alguns dados a seguir:

  • Cantora mais popular na América por 50 anos;
  • Primeiro álbum que vendeu 1 milhão de cópias foi em 1936!;
  • Mais de 40 milhões de álbuns vendidos ao longo da carreira;
  • 14 Grammy’s sendo um “Grammy Lifetime” pelo conjunto da obra; obs. quando o Grammy foi instituído em 1959 Ella já tinha 26 anos de carreira.
  • 7 condecorações de artes, a mais importante: a National Medal of Arts concedida pelo Presidente Reagan;
  • 26 apresentações solo no Carnegie Hall;
  • Principais colaborações: Louis Armstrong, Nat King Cole, Duke Ellington, Count Basie;
  • 4 aparições em longa metragens;

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Gui Tsubota

A música que vem do orgasmo

Hora ou outra alguém sempre me pergunta: o que é jazz? Essa pergunta tem uma resposta fácil. Google! É um estilo musical que surgiu no início do século passado que mistura origens africanas e cultura americana depois do fim da Guerra Civil. Simples assim!
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Gui Tsubota

Viaje com o filme WANDERERS de Erik Wernquist

“Para refletir e sonhar. E quem sabe um dia, explorar e viver em um lugar bem diferente de nosso pequeno ponto azul”.

WANDERERS é um curta-metragem de ficção científica criado por Erik Wernquist, um artista digital de Estocolmo, Suécia.
O filme é uma visão de futuro que mostra algumas cenas da expansão da humanidade no Sistema Solar. Embora especulativo, o visual do filme foi todo baseados em idéias e conceitos científicos do que o nosso futuro no espaço pode significar, e que sabe um dia.

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